Vagos Open Air - 8 Agosto - Público & Ambiente

O ambiente esteve excelente. Sentia-se no ar um espírito de camaradagem e união em torno do Metal. Cada um estava "na sua", a apreciar a sua cerveja, a descansar, estendido no chão, a conversar com o companheiro do lado ou a visitar as barracas de venda de merchandising.
Mal os acordes se começavam a ouvir, iniciava-se a "dança" no "circle pit" e o "crowd surfing", sempre com o cuidado de não magoar que está ao lado ou em baixo.
Em resumo, uma experiência a repetir no próximo ano!
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W.A.K.O. & Mutant Squad - Vagos Open Air 2015

Os W.A.K.O. deram início às hostilidades no dia 8. Uma actuação energética que cativou o público e teve direito a um mini "wall of death"
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Seguiram-se os Mutant Squad, banda espanhola que trouxe o seu Thrash metal da Galiza para uma actuação bastante competente
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Destruction - Vagos Open Air 2015

Os Destruction deram um concerto eficaz, com agressão e energia qb!
O vocalista/baixista esteve imparável com uma voz irrepreensível e uma energia e presença em palco impressionantes, enquanto o guitarrista percorria o palco de ponta a ponta com o que parecia um semblante de sofrimento a prever que a qualquer momento lhe poderia dar uma coisinha má, o que felizmente não veio a acontecer, pois a sua performance também ela foi irrepreensível, tal como o resto da banda.
Um grande concerto!



Triptykon - Vagos Open Air 2015

Antes de os Black Label Society subirem ao palco tocou uma banda chamada Triptykon. Pessoalmente nunca tinha ouvido falar de tal banda, mas depois de uma pesquisa rápida fiquei a saber que é a nova banda do antigo vocalista dos Celtic Frost (banda à qual também nunca liguei grande coisa).
Não há muito que posso dizer sobre este concerto e, infelizmente, aquilo que posso dizer não é nada positivo. O concerto foi entediante qb. As músicas eram longas, lentas, aborrecidas, monótonas e completamente vazias de energia, arrastando-se numa mistura de riffs sem grande imaginação e um vocalista que mais parecia estar a murmurar uma missa ao domingo.
Mesmo assim ainda conseguiram bastantes aplausos e gritos de apoio, o que só vem mostrar que há gostos para tudo, e ainda bem que assim o é, senão o mundo era tão entediante como esta banda.
O único ponto de interesse (para mim): como se pode ver abaixo nas fotos, foi a baixista que com o seu ar misterioso, exóticamente belo e sedutor, sobressaiu dos demais elementos da banda e congregava em si a maioria dos olhares masculinos, bem como as objectivas das câmara dos seus telemóveis.

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